Opinião  

O poder de decidir por outro indivíduo e suas consequências

Por João Muniz

O alerta do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde sobre as consequências de algumas doenças que estão se disseminando pelo mundo, devido à não vacinação das pessoas, certamente levará a sociedade à uma reflexão mais aprofundada. Esse movimento denominado “antivacinação” deverá trazer consequências drásticas para algumas gerações. Neste contexto, devemos ter sabedoria em tudo que fazemos, pois toda atitude tem uma consequência. Onde as decisões são escolhas e as consequências são os frutos das nossas escolhas!

A partir do momento em que somos responsáveis por nossas vidas, devemos tomar muito cuidado com o que decidimos. Além de sermos responsáveis por nós mesmos, somos responsáveis por outros seres: nossos filhos, a esposa ou o marido, amigos, os animais, além de tantas outras coisas do cotidiano. Nisso vêm os riscos de alguém pronto a assumir compromissos e a não dar satisfação a ninguém. Muitas vezes entrando na onda, deixando se persuadir por novas tendências, costumes ou modo de vida. Para o professor Paulo Sérgio, não se ensina ninguém a tomar decisão, até porque tomá-las é razoavelmente fácil. O problema está na hora em que tivermos que assumir e enfrentar as consequências. Nossos filhos são nossos maiores bens preciosos. Prevenir ainda é muito melhor que remediar, por isso a importância de manter as vacinações em dia.